Luto contra um poder de um pseudodestino
que insiste em me manter qual verme a me arrastar,
sorvendo as poucas sobras de um banquete fino
e grato a Deus por ter do que me alimentar.
O pouco que consigo aos outros ofereço.
Assim hei de chegar ao apogeu que almejo,
pois vendo alguém em falta, sempre me enterneço
e acabo dando tudo o que reter desejo.
Oh! Mundo injusto e insano! Ai de ti se não fosse
as poucas almas boas que um dia Deus trouxe
pra socorrer os filhos em dor e aflição!
Hei de deixar-te um dia para renovado,
voltar ao teu cenário, já modificado
pela Divina lei: A Lei da Evolução!
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