A dor não é para ser cultuada
como porta única de salvação.
Ela é um aviso à alma extenuada,
para que busque achar a solução.
Na solução de enigmas o homem cresce;
crescendo alarga seu próprio horizonte;
vê o que se passa por detrás do monte;
torna-se luz e a luz sempre aparece.
Nós não devemos maldizer a dor,
mas, auscultá-la, seja como for.
Ela é um arauto que avisa e espera
que avaliemos toda a situação
e dirijamos nossa embarcação,
no mar da vida, rumo à nova era!
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