segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

*ESCRAVO DA PAIXÃO

Tua inconstância me tira do sério.
Um dia tratas a mim como a um rei.
Logo depois simplesmente não sei
se sou ninguém ou algo deletério.

Não vês que assim me machucas, me feres?
Tu gostarias que eu agisse assim?
Sinceramente não sei o que queres!
O que pretendes conseguir de mim!

Mas meu amor prossegue suportando
toda essa angústia, não sei até quando.
Será que um dia me libertarás?

Será que um dia eu olharei o céu
livre daquele escuro e denso véu
que é essa paixão a me roubar a paz?

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