Morre, monte de vermes escabrosos!
Liberta-me dos terríveis grilhões
que a ti ataste os meus mais venturosos
sonhos que vi morrer aos borbotões.
Deixa-me alçar meu vôo pois muito almejo
não ser joguete da tua influência,
para voar, chegar aonde desejo,
com minhas asas de amor e ciência!
Não me retenhas em tua gleba imunda!
Oh! Lama podre que minh’alma inunda
e afoga em mim as intenções mais puras!
Eu quero estar em ti mas sem ser teu.
Ser teu senhor e sejas servo meu,
como eu que sirvo a Deus e às criaturas!
Liberta-me dos terríveis grilhões
que a ti ataste os meus mais venturosos
sonhos que vi morrer aos borbotões.
Deixa-me alçar meu vôo pois muito almejo
não ser joguete da tua influência,
para voar, chegar aonde desejo,
com minhas asas de amor e ciência!
Não me retenhas em tua gleba imunda!
Oh! Lama podre que minh’alma inunda
e afoga em mim as intenções mais puras!
Eu quero estar em ti mas sem ser teu.
Ser teu senhor e sejas servo meu,
como eu que sirvo a Deus e às criaturas!
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